Saudade “d’ocê”.

Eu sempre fui da estrada, do mundão.
Ela sempre mais caseira, vivendo “na dela”.

Ela preferia um café com pão de queijo de tarde.
Eu amava aquela cerveja com os amigos depois do expediente.

Eu era do rock ‘n roll.
E ela do sertanejo.

Mas ai eu fico me perguntando na escuridão das noites em que passo sozinho, como pode, óh Deus, pessoas tão diferentes, tão opostas, sem completarem tanto e se amarem tanto?! Somos tipo Ying – Yang, tipo certo e errado mas que só realmente funciona quando estamos juntos, pois só assim o sol brilha e o sorriso realmente é sincero.

Mas o problema é que “ocê” mora do lado de lá, um bocado longe menina, e assim, meu abraço fica vazio pro lado de cá. Desse jeito o coração bate mais triste, me encho de desejo e quase morro nesse tempo em que não te vejo.

Então moça, arruma um tempinho “pra eu”, manda uma carta, um alô ou até mesmo um beijo daqueles que só você tem, me transborda de amor para que eu pare de chorar nessa estrada de saudade que percorro todo dia.

Mas até sobrar esse tempinho, eu ainda morro de saudade “d’ocê”.

 

casais-longa-distancia

 

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